Conecte-se

Poder

Poder#Assa Traoré

Assa Traoré: "Na França também morremos asfixiados por policiais"

Andrei Netto, Felipe Paiva
#Assa Traoré3 de jun. de 201 min de leitura
Andrei Netto, Felipe Paiva3 de jun. de 201 min de leitura

A ativista Assa Traoré perdeu o irmão em uma ação policial. Adama Traoré, 24 anos, foi morto em 2016 ao tentar fugir de um controle policial, em Beaumont. Foi capturado por três policiais. Morreu na delegacia, onde chegou inconsciente. 

“Na França, pode-se morrer durante um controle de identidade. Meu irmão foi morto por não estar com seu documento de identidade. Mataram ele como um cachorro. E este é o racismo que denunciamos”, conta. 

Segundo a ativista, o relatório da morte de seu irmão é racista. “Quando falam do meu irmão, eles falam de ‘sujeito de raça negra’. E disseram que Adama Traoré morreu de crise cardíaca”. Agora a família pede, por conta própria, nova perícia.

Dada a semelhança da realidade francesa com o Brasil, Assa Traoré pede para que os brasileiros não sejam espectadores da morte de negros no país.

#Assa Traoré
Adama
Black Lives Matter
Racismo